sábado, 17 de janeiro de 2015

Rainy day

Tem sido um inverno cheio de sol... o que tem sido uma mais valia para quem está em casa como eu com um bebé.
Os invernos tendem a ser depressivos com a chuva e os dias bem cinzentos, mas sinceramente já há mto tempo que não tínhamos um dia assim... chuvoso.
Foi dia de ficar em casa de pijama com homens cá de casa ♥ e experimentar o Sushi Lovers.
Viva ao inverno... mas para a próxima semana pode voltar o sol ;)

Eu.. mãe e mulher!

Sem dúvida que a primeira semana, o primeiro mês não foi fácil, mas posso tranquilizar as futuras mamãs que com o passar do tempo as coisas ficam  mais fáceis.
Os amigos diziam-nos sempre que "depois do primeiro mês e meio as coisas tornam-se mais fáceis" e foi verdade!

Já me sinto muito melhor e o Gustavo deixou de ser recém nascido, aquele bebezinho pequenino e super frágil. Assim que fez um mês e uma semana parece que cresceu e nós também ficamos mais à vontade e a conhecer cada vez melhor o nosso bebé.

Sinceramente não foi fácil... é complicado a adaptação à nova vida e rotina, o cansaço, a exigência de um bebé e perceber que a nossa vida mudou afetou-me um pouco.
Houve dias, há e haverá dias que vou abaixo e sinto que ser mãe é uma tarefa super  difícil e muito exigente e penso na minha vidinha tranquila antes de ser mãe. Não posso mentir... fico com saudades, mas sei que daqui a um tempo olho para trás e vejo que foi tudo tão fácil e que passou num instante!
Para além destas dificuldades... o que interessa é que o Gustavo é lindooo e cheio de saúde! É o mais importante... quando olho para ele vejo a perfeição.
Ser mãe é um privilégio e um milagre da natureza.

A natureza também foi simpática comigo, pois não fiquei com sequelas da gravidez e do parto.
Calma aí... Não ficamos as mesmas claro, mas não me posso queixar. Passado duas semanas ou três (para não estar a exagerar) atingi o meu peso inicial e não fiquei com estrias.

Já fui à famosa consulta do puerpério (é cada palavra nova!!!) e o médico disse que estava ótima(mentiroso!).
O meu corpo passou por uma grande transformação e nos próximos meses ainda há muita coisa a ir ao sítio e só no final da amamentação e a vinda da menstruação é que tudo vai voltar a ser como era (ou não!!!).
No final da gravidez já estava com saudades do meu antigo corpo, mas a recuperação pós parto demora o seu tempo... há que aguardar e que tal um ginásio!! O problema agora é o tempo!
Dizem que as mães ficam mais produtivas e multitasking... agora é saber gerir o tempo.
Uma coisa é certa, acabamos por nos esquecermos de nós, mas isso não pode ser. Sem dúvida que já não estamos em primeiro lugar, mas temos de fazer uma pausa, respirar e olhar para o nosso umbigo!
Carpediem... aproveitar um dia de cada vez! Não fazer grandes planos e saborear o presente (é por isso mesmo que se chama "presente").
Beijos mamães e mulheres com garra




terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Menino de Belém

Este foi o primeiro de muitos Natais com o nosso menino de Belém, não tivesse o Gu nascido na freguesia de Belém!
Este também foi o primeiro Natal do qual passei a consoada sem os meus papis e family. Normalmente dávamos mais importância à consoada,  mas agora vamos vivenciar com mais intensidade os dois dias - 24 e 25 dezembro! Um dia passamos com a minha família e o outro dia com a família do M (que passou a ser a minha família também).
No noite de 24 dezembro eram 23h e o Gu já estava a dormir. Os próximos anos é que prometem ser mais animados com o Gu a interagir com toda a gente. No dia 25 fizemo nos à estrada para irmos ter com os outros avós, ou seja, com os meus papis e manas do ♡
 
A única coisa triste desta época é que fico sempre com a sensação que acaba depressa.  Andamos ansiosos pela chegada do Natal e quando damos conta... puf, já acabou!
Venham de lá muitos natais em família com muitas crianças (sobrinhos é claro) e sem o consumismo dos presentes. Tentamos sempre evitar e reduzir para um miminho... mas mesmo assim não nos escapamos da loucura dos centros comerciais!!!
 
Não digam a ninguém, mas este ano não fizemos a árvore de Natal. Eu sei que é vergonhoso.  O primeiro Natal do Gu e eu não fiz a árvore! Chiuuu
Para compensar tivemos um Pai Natal lindooo
 
 

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Pediatra - 2 Meses

Fomos confirmar como ele está a crescer e a evoluir... Não é preciso ir ao médico para ver que este miúdo está a crescer lindamente. Sem dúvida tem a quem sair ;)
E aproveitámos para tirar todas as dúvidas que vão surgindo cá em casa. Vamos registando tudo e cada vez que vamos ao pediatra levamos sempre milhares de perguntas.

Fica um registo da evolução do Gu:

01 de outubro
Peso: 3190kg
Altura: 51cm

14 de outubro (+/- com 15 dias)
Peso: 34000kg
Altura: 51cm

28  de outubro (+/- com 1 mês)
Peso: 4000kg
Altura: 53.6cm

02 de dezembro (+/- com 2 meses)
Peso: 5610kg
Altura: 59cm

Estou desejosa que ele cresça, mas por outro lado sei que é esta fase passa tão depressa e as outras mães dizem sempre que têm saudades desta fase em que são tão pequeninos!
Agora a próxima consulta é aos 4 meses, até lá temos a aventura das vacinas.
Em relação às vacinas optámos por fazer as três vacinas extra (Prevenar, Rotavirus e Bexsero).
Depois conto como foi!! (medooo)

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Pediatra... as primeiras visitas!

Já visitámos duas vezes o novo amigo do Gu, a primeira consulta a dos 15 dias e do 1º mês.
Gostámos muito do pediatra, este foi uma sugestão da cunhadinha, pois é o pediatra das nossas sobrinhas.
Estávamos ansiosos por ir ao pediatra pois seria uma forma de nos tranquilizar e confirmar que o nosso Gu estava bem.
É que de um momento para o outro temos um bebé nos braços sem livrinho de instruções e com muitas dúvidas por tirar, questões por fazer, teorias para checkar e milhares de incertezas.
Há teorias gerais que devemos seguir, tal como algumas ideias base, mas sem dúvida cada bebé é diferente e é o nosso bom senso o nosso melhor amigo.

A  pediatria é um mundo novo para nós. Posso destacar dois momentos da primeira consulta: o Gustavo a fazer xixi e quase a acertar no pediatra, mas foi uma maneira do pediatra confirmar que tinha um rico jato!!! O outro momento é quando o pediatra está a fazer o teste dos reflexos e põe o Gustavo a caminhar. Foi lindo olhar para ele (tudo nú) e a caminhar na marquesa. Maravilhoso :)
Menos bom, foi o choro do Gu...tadinho, ficou vermelho como um pimento, a chorar desesperadamente, com o queixo a tremer e quase a ficar sem ar. Confesso que fiquei com a lágrima no quanto do olho e quase que me apeteceu pegar nele... mas depois passou! Ufa...

A terceira consulta esta quase quase a chegar... éeeee!! Que alegria.



domingo, 9 de novembro de 2014

O meu John Legend - Concerto

O bilhete já estava comprado e eu não podia faltar! Era o meu John... ♡
O papá ficou com o Gustavo e eu lá fui com toda a energia (possível) para o concerto.

sábado, 1 de novembro de 2014

1 mês de amor

O nosso pequeno já fez um mês. Parabéns Gustavo :)
Já deixou de ser recém nascido e já é um lactante... É a loucura!


Obrigada titi pelo bolo maravilhoso.


sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Simplicidade de felicidade

A minha felicidade passa agora pelo arrotar do Gustavo e pelas fraldas cheias (sinónimo que está a comer bem) e evitar choros é sempre top.
Não me posso queixar muito, porque acho que o Gustavo é um bebé que se porta bem... é um bebé normal, mas acima de tudo e o mais importante é cheio de saúde... saúde da boa :)


Já nasceu...

O tempo demorou a passar e o Gustavo também não queria sair, pois fez se de difícil e chegámos praticamente às 40 semanas (faltou um dia para chegarmos às 40 semanas).
A espera e a ansiedade das últimas semanas não foram fáceis. O tempo demorava a passar!! O Gustavo sentia se bem na minha barriguinha e não queria vir cá para fora.

No dia 01 de outubro, às 19h12 o Gustavo veio ao mundo, com 3295gr de amor :)

Para quem quer engravidar ou está grávida a minha experiência não foi das melhores e sendo assim a minha opinião da gravidez e do pós parto não é a melhor, mas é preciso ter em conta que cada grávida e cada bebé são diferentes. Cada caso é um caso, muito pessoal e único. Com o tempo tudo esquecemos e minimizamos os acontecimentos!

Entre a gravidez, o parto e os primeiros dias com o Gustavo, o parto foi sem dúvida a coisa menos má. Parece que tudo foi um terror, mas não foi e não se assustem :)
_A gravidez não foi a que tinha imaginado, não foram uns meses fáceis. O melhor da gravidez foi sem dúvida a própria barriga, o sentir mexer do bebé, os olhares ternurentos das pessoas (até mesmos dos desconhecidos) e a possibilidade de ter prioridade (foi útil nas finanças e no supermercado) :)
_O parto não é um bicho de sete cabeças... graças à epidural. Tirando as contrações que tive no próprio dia (parte da manhã) o parto em si não custou nada. O único senão é que hoje em dia sabemos tudo o que pode acontecer e antecipamos todos os momentos. Essa antecipação deixa-nos nervosas, sinceramente a epidural não custou nada e o próprio nascimento também não, foram alguns puxões e ele nasceu. Nos momentos fulcrais fiquei muito nervosa (tremia que nem varas verdes) devido ao que supostamente podia acontecer e o que podia sofrer. Pode ser prejudicial o quanto mais sabemos!!
Quando vemos o bebe pela primeira vez é um momento mágico e é maravilhoso sentirmos que demos à luz um pequeno milagre. 
A recuperação do parto, fisicamente falando (pontos, redução do útero...) não é tão penoso como dizem. Penoso são os dias no hospital, principalmente as noites... os primeiros dias em casa também não são nada fáceis! Não se dorme e no hospital se tivermos azar de ter um vizinho ruidoso ainda pior (foi o que me aconteceu). O acumular do cansaço, a falta de dormir e a falta da nossa casa (home sweet home) não ajudam a superar estes primeiros dias nos quais há um grande desgaste físico e grandes emoções.
A saída do hospital com o marido e com o Gustavo foi quando me caíu a segunda ficha. A primeira ficha foi quando vi o meu filho pela primeira vez na sala de partos.  É quando nos apercebemos da nova realidade, são momentos emocionantes. À saída do hospital senti medo e receio, pois voltamos para o nosso lar com o nosso filho (deixámos de ser apenas duas pessoas) e sabemos que a nossa vida vai ser completamente diferente e a responsabilidade de ter um filho altera toda a nossa realidade e perspectiva.
_Os primeiros dias com o Gustavo, ou com qualquer bebé, tanto no hospital como em casa são dias muitos pesados. Precisamos de ter muita energia e poder de recuperação. As noites não são fáceis e a partir do nascimento deixamos de ter horários e programas. A única coisa que interessa é o bebé e as mamadas. É um mundo completamente novo, a partir daqui só interessa os turnos da mamada, o arrotar, o mudar a fralda, o dar banho e rezar para que o bebé não tenha cólicas e durma bem! Evitar o choro, porque a uma certa altura já não conseguimos ouvir o bebé a chorar.
No meu caso, foi um processo difícil de adaptação à nova realidade. Sinceramente, não estava preparada. Já passou um mês e já começo a sentir-me mais confortável, mas mesmo assim sinto ainda alguma dificuldade. Não é dificuldade nas tarefas ou em cuidar do Gustavo, mas é que estamos a falar de 24 horas sobre 24 horas, onde tudo recai nos braços da mãe, onde o cansaço e a falta de dormir nos transformam. 
O apoio familiar é essencial e sempre que consigam tenham a vossa mãe ao vosso lado.

Outro pormenor que falta referir é a subida do leite... meninas façam muitas massagens e coloquem toalhas com água quente nas maminhas assim que começarem a sentir a subida do leite (as maminhas começam a ficar duras e a inchar). 

Ser mulher, mãe não é fácil, somos nós que experimentamos e passamos por tudo. Mesmo que o marido e papá estejam a 100% ao nosso lado, somos nós que sendo mulher e mãe vivenciamos esta experiência  e descobrimos este novo mundo. É difícil, desesperamos e choramos, mas também temos um novo amor ao nosso lado que nos faz sorrir. As lágrimas transformam-se em sorrisos e com o passar do tempo tudo fica mais fácil e a capacidade de superar este desafio será mais fácil. É um desafio para toda a vida.

Eu já tinha respeito e admiração pelas mães... a minha mãe está num patamar superior, muito acima do normal, mas com esta experiência maternal tenho muito mais em consideração todas as mães.  
Em tudo na vida a imaginação pode-nos ajudar a perceber o que são alguns desafios, mas nem de perto nem de longe conseguimos perceber e sentir o que os outros sentem ou perceber algumas experiências, só passando por elas.
Sempre que virem uma grávida ou uma mãe tenham em consideração que elas deram ou vão dar origem a um milagre e passam por um processo que não é fácil fisicamente e  emocionalmente, mas é um privilégio único, extraordinário e pessoal.

Obrigada Gustavo e papá Miguel
I lv you & you 


sábado, 20 de setembro de 2014

Tic Tac... o tempo a passar!

Estive um pouco desligada do meu blog... o agosto já foi e estamos quase no final de setembro e eu sem dizer nada.
Estou viva e o Gustavo ainda não nasceu! :)

Nestes dois meses passou-se muita coisa e ao mesmo tempo nada. Continua praticamente tudo na mesma... ansiosos pelo tempo passar para chegar a hora de vermos o Guga! Parece que a nossa vida neste momento baseia-se a aguardar pela vinda deste piolho lindo.

No final das férias de julho (já nem me lembro delas) sei que retomei ao trabalho.
Agora que olho para trás o mês de agosto passou a voar. "Agora",  porque cada vez que nos vamos aproximando do final da gravidez parece que o tempo demora a passar. Um eternidade!!! Sério! Se antes parecia que as semanas custavam a passar, agora um dia parece uma eternidade!

No mês de agosto tive mais uma semana de férias,  o maridão não conseguiu tirar férias por isso fiquei em casa a relaxar. Soube bem, pois deu para descansar e sinceramente na reta final da gravidez necessitamos de mudar de ritmo (pelo menos eu sinto isso).
Com a chegada de setembro, chegaram as 35 semanas e  nessa altura o médico sugeriu ficar em casa a repousar. Isto porque o Gustavo não teve o crescimento esperado.
Mesmo no trabalho o ritmo era diferente, por exemplo já não ia para os eventos (já não era "todo terreno")... ficava no escritório! O que me deixava um pouco triste, pois não estava a 100% como toda a equipa e a colaborar como pretendia.
Por um lado queremos estar a 100% no trabalho, mas por outro lado as limitações não me deixavam fazer tudo o que pretendia.

Desde a semana 36, ou seja, há mais ou menos 2 semanas que estou em casa.
É bom estar em casa, não ter horários a cumprir e propostas para fazer! Sem dúvida que se descansa, desliga-se do trabalho e o ritmo é muito diferente.
É preciso é estar ocupada e a contagem decrescente já começou... parece é que nunca mais chega!!!